Iniciada em 1961 e concluída (nada mais, nada menos 30 anos de estudos e trabalhos depois) em 1991, a A1 constitui a mais longa auto-estrada portuguesa, com cerca de 301 km.
Faz parte da Estrada Europeia E1 e é identificada no Plano Rodoviário Nacional 2000, como parte integrante do Itinerário Principal n.º1 (IP1).
Até aqui tudo muito bonito!!
Hoje em dia não consigo circular na A1 sem apanhar uma valente carrada de nervos. Basta estar parado no meio daquele trânsito e pensar - seria do senso comum que esta Auto-estrada fosse automaticamente a mais congestionada do país e que passados escassos anos, mais congestionada se tornasse!!
No site da Brisa está publicado o seguinte:
"Existe obrigatoriedade de alargamentos quando o tráfego médio diário atinge os seguintes níveis:
35 mil veículos – implica o alargamento para 2x3 vias
60 mil veículos – implica o alargamento para 2x4 vias
Estas intervenções trazem benefícios para os clientes, para as regiões e para o país. De facto, a maior fluidez de tráfego garante uma maior comodidade, associada a um ganho de tempo e mais segurança. Investir a pensar no cliente"
Faz parte da Estrada Europeia E1 e é identificada no Plano Rodoviário Nacional 2000, como parte integrante do Itinerário Principal n.º1 (IP1).
Até aqui tudo muito bonito!!
Hoje em dia não consigo circular na A1 sem apanhar uma valente carrada de nervos. Basta estar parado no meio daquele trânsito e pensar - seria do senso comum que esta Auto-estrada fosse automaticamente a mais congestionada do país e que passados escassos anos, mais congestionada se tornasse!!
No site da Brisa está publicado o seguinte:
"Existe obrigatoriedade de alargamentos quando o tráfego médio diário atinge os seguintes níveis:
35 mil veículos – implica o alargamento para 2x3 vias
60 mil veículos – implica o alargamento para 2x4 vias
Estas intervenções trazem benefícios para os clientes, para as regiões e para o país. De facto, a maior fluidez de tráfego garante uma maior comodidade, associada a um ganho de tempo e mais segurança. Investir a pensar no cliente"

Agora toca a deitar as pontes todas abaixo, para 3 ou 4 metros ao lado fazer uma novinha em folha, e lá temos nós que gramar com filas intermináveis, velocidades máximas ridículas e no fim pagar a continha na mesma!!
Se eu pudesse viajar no tempo, voltaria até 1961 e daria lá aos engenheiros e ministros da altura a seguinte sugestão: "epá se calhar fazemos já as pontes preparadas para 3 faixas, que pouco mais nos custa, e poupamos muitos milhões lá para a frente". Se isto acontecesse teria já sido condecorado pelo menos 3 vezes pelo Sr. Sampaio e estaria a receber uma pensão vitalícia de alguns 10000 euros, graças a esta brilhante mas básica ideia!
Saudações
RÉUS:
- Ministro das Obras Públicas (da altura)
- Engenheiros responsáveis pelo traçado e execução das obras