
Não que a malta aqui do blog esteja revoltada com a igreja, mas vão aparecendo certas situações que nos obrigam a pôr a guilhotina a trabalhar no campo santo.
Então não é que para as festas em honra do santo padroeiro de Pinhel, convidam a excelentíssima senhora dona Ana Malhoa, as Tayti e ainda mais umas bandas pimbas da localidade? Tudo normal, pode parecer aos mais distraídos, mas se se desse o caso de eu ser católico, ficava profundamente ofendido por nas festas em honra de um santo aparecerem meia dúzia de senhoras semi-despidas a desfilarem, enquanto vociferam músicas para dar tusa aos gajos (a mim não me causam esse efeito, porque se gostasse de borracha comprava uma boneca).
Compreendo que os mordomos não queiram ficar com prejuízo e que queiram uma festa cheia de gente (aparentemente a maioria das pessoas até gosta de ver os wonderbras e ouvir as músicas de tusa), ainda assim em períodos de crise deveriam era convidar os organistas locais e pôr atrás deles fotos dessas ditas artistas populares ou de outras quaisquer alcoviteiras, já que o efeito era o mesmo: gajos de pau feito ao som de música de merda.
Desta vez, em vez de propor a guilhotina (que sinceramente não sei que pescoço se devia lá pôr, mas provavelmente eram muitos), peço um mínimo de coerência. Já que são contra o uso do preservativo em África, que não fomentem a tusa nas festas da igreja!
Saudações





